10
Tiago passeava pelas belas ruas de Roma, maravilhado com a beleza da cidade, ela trazia marcas de sua antiga formação econômica e social. Visitou o coliseu, alguns museus e algumas lojas. Mas o que realmente impressionava Tiago era a sensação que ele tinha de que já havia visto tudo aquilo, e pior, que sabia um pouco da construção de cada local.
- Estranho...Sabe, Ádamo, parece que já estive aqui, eu conheço esse lugar como a palma de minha mão, mas tenho certeza de que nunca havia estado aqui, de fato! – dizia Tiago, assustado.
- E você esteve, meu senhor, em outra vida.
-Ainda não consigo acreditar nisso...
- Estranho...Sabe, Ádamo, parece que já estive aqui, eu conheço esse lugar como a palma de minha mão, mas tenho certeza de que nunca havia estado aqui, de fato! – dizia Tiago, assustado.
- E você esteve, meu senhor, em outra vida.
-Ainda não consigo acreditar nisso...
Tiago andava por vários lugares, mas sem rumo certo, ele simplesmente andava e via a beleza da cidade, ele parecia não se cansar.
- Meu senhor, eu peguei um pouco de dinheiro no cofre de sua casa. – Disse Ádamo ao entrarem numa loja de perfumes.
- Mas você não sabe a senha, como conseguiu entrar no cofre? – Tiago não gostava que mexessem em seu cofre
- Bem...eu te conheço o bastante para saber que a senha é tulipas azuis. – Riu-se Ádamo
- Tá legal, mas não faça mais isso! O que você quer? – Tiago percebera o olhar de pedido que a criança faz quando quer um presente estampado no rosto fantasmagórico porém sereno de Ádamo.
- Bem...apesar de nós, espíritos do amor, sermos espíritos, nós gostamos e podemos pôr perfume...
- Você quer um perfume?
- Sim, um perfume que me lembre o cheiro dos antigos campos.
- O.k.
- Meu senhor, eu peguei um pouco de dinheiro no cofre de sua casa. – Disse Ádamo ao entrarem numa loja de perfumes.
- Mas você não sabe a senha, como conseguiu entrar no cofre? – Tiago não gostava que mexessem em seu cofre
- Bem...eu te conheço o bastante para saber que a senha é tulipas azuis. – Riu-se Ádamo
- Tá legal, mas não faça mais isso! O que você quer? – Tiago percebera o olhar de pedido que a criança faz quando quer um presente estampado no rosto fantasmagórico porém sereno de Ádamo.
- Bem...apesar de nós, espíritos do amor, sermos espíritos, nós gostamos e podemos pôr perfume...
- Você quer um perfume?
- Sim, um perfume que me lembre o cheiro dos antigos campos.
- O.k.
Saíram de lá com o melhor perfume da loja, Ádamo agradecendo a todo instante.
Mas ao passar por uma rua estreita Tiago teve a estranha sensação de que devia seguir por ali.
- Ãhn...Ádamo, acho que devemos seguir por ali...
- Sim, é claro! Você se lembra do caminho!
Mas ao passar por uma rua estreita Tiago teve a estranha sensação de que devia seguir por ali.
- Ãhn...Ádamo, acho que devemos seguir por ali...
- Sim, é claro! Você se lembra do caminho!
Tiago não sabia o que aquilo significava, mas seguiu confiando em seus instintos e rumando para algum lugar.
Caminharam sem parar até Tiago se deparar com um lugar que parecia sair de Roma, e talvez tivesse saído mesmo. Era como uma montanha, muito alta, com uma “entrada” na parte mais alta, onde os olhos de Tiago mal conseguiam ver.
Caminharam sem parar até Tiago se deparar com um lugar que parecia sair de Roma, e talvez tivesse saído mesmo. Era como uma montanha, muito alta, com uma “entrada” na parte mais alta, onde os olhos de Tiago mal conseguiam ver.
Tiago resolveu lanchar antes de subir a montanha, comeu um sanduíche, tomou um suco e começou a subir. Subiu, subiu, mas o lugar parecia cada vez mais longe. Ele sentia que devia seguir, sentia que algo muito bom estava lá em cima, e isso se confirmou quando ele finalmente “entrou na montanha” e se deparou com a mulher de cabelos louros. A paixão de Tiago.
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